quarta-feira, 28 de junho de 2017

PEDIU PARA SAIR

É galera! Lamento muito a saída de Montillo do Botafogo. O jogador não resistiu ao excessivo número de contusões e a pressão da torcida e pediu ao Botafogo a rescisão de contrato. NO início do ano dávamos como uma das principais contratações do futebol do Rio, ao lado da chegada do compatriota Darío Conca e depois de 5 meses e poucos jogos realizados, Walter Montillo deixa o Glorioso.

Vejo com muito pesar, pois trata-se de um atleta talentoso, que teria muito a somar dentro do atual elenco alvinegro. Porém, a série de lesões pois em xeque todo o trabalho já realizado pelo atleta em sono brasileiro.

E vi com muita tristeza também a reação de alguns torcedores do Botafogo quando o camisa 7 ainda estava em fase de recuperação. O argentino foi taxado de mercenário, chinelinho e até de ladrão foi apontado pelos mais exaltados. Faltou complacência por parte desses críticos, faltou humanidade com o cidadão Walter e sua família. Setor social e símbolo humanitário pouco lembrado no Brasil.

Quando a gente trabalha com futebol e eu estou nessa brincadeira há quase 13 anos notamos quando um jogador não demonstra nenhum tipo de interesse em atuar por time A ou B. E no caso de Montillo era perceptível que as contusões também o incomodavam.

O Departamento de Futebol teve todo o cuidado e zelo para fazer com a maior contratação da temporada retornasse apresentando o futebol que todos esperavam. Após a liberação do Departamento Médico houve todo um planejamento para que ele pudesse exercer bem a profissão. E depois de alguns testes, com o jogador evoluindo dentro de um cronograma, com tempo estipulado em participação nos jogos, a aquisição de confiança, ele foi liberado, para enfim iniciar a partida. E tal trabalho durou apenas sete minutos e o jogador voltou a sentir a mesma contusão anterior.

É de se lamentar pois eu calculava Montillo como jogador útil dentro do elenco alvinegro para esse restante de temporada. A carga de jogos decisivos será grande, pois o clube está envolvido em três dificílimas competições, sendo duas mata-mata.

Ir ao mercado para tentar encontrar um substituto não será uma tarefa das mais fáceis para a diretoria do Fogão. Todos sabem a responsabilidade administrativa que o Presidente Carlos Eduardo Pereira vem impondo no seu mandato. Ir em busca de algum jogador com as mesmas características e tenha valores mensais semelhantes é complicado de encontrar.


Espero que Montillo, que tem 33 anos, consiga seguir com a carreira em frente e que volte a desfilar o bom futebol apresentado na LaU, no Cruzeiro, Santos, Seleção Argentina, etc. Que volte a marcar gols e homenagear seu filho, Santino, portador de Síndrome de Down. 
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PAÍS DAS MARAVILHAS

Olha, fiquei indignado após ler as declarações do ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira após ser denunciado como receptor de propinas para votar a favor da Copa de 2002, no Qatar. O elo de Teixeira com os organizadores do país Árabe aparece no “Relatório Garcia”, uma espécie de dossiê, elaborado pela FIFA e divulgado pela entidade máxima do futebol. Nele consta que o ex mandatário do futebol brasileiro participava do esquema de propinas e esquema de compra de votos utilizados pelos Qatares, para poder sediar o mundial de futebol.

Vale lembrar que Ricardo Teixeira também é réu no processo nos EUA e na Espanha, que investigam contratos feitos pela confederação, quando ele estava à frente da nossa confederação.
"Não existe esse acordo. Tem lugar mais seguro que o Brasil? Qual é o lugar? Vou fugir de que, se aqui não sou acusado de nada? Você sabe que tudo que me acusam no exterior não é crime no Brasil. Não estou dizendo se fiz ou não", disse Teixeira em entrevista ao Jornal O Globo.

Ao dar esse tipo de declaração vejo que estamos realmente no país das maravilhas. Esse senhor, o sucessor preso em domicílio nos EUA e o atual presidente formam a mais malacafenta associação que existe no esporte brasileiro. Muitas vezes nos deixamos levar pelos resultados dentro de campo.  E o que o técnico Tite vem fazendo dentro das quatro linhas merece elogios. Agora quem dirige essa tal confederação é digno de nojo. Fazem o que fazem e permanecem impunes.

A tal CPI do Futebol que tramitou no Senado Nacional não teve efeito nenhum perante as mazelas administrativas feitas pelos citados anteriormente. Aliás, eles estão bem cercados no Planalto, nos plenários, nas bancadas políticas, estão alinhavados com presidentes de federações, clubes, sindicatos, etc. Nossas quatro linhas são delimitadas com a mais asquerosa titica existente no planeta. Até mesmo os Estatutos da CBF mudaram em prol da permanência nas tetas gordas da CBF.

Por isso, vira e mexe eu digo que o Futebol é um planeta à parte. Os crimes de violência nos estádios são tratados de forma branda. A irresponsabilidade fiscal de clubes e agremiações são tratadas de maneira leve por nossos órgãos fiscalizadores. Agora você entende como segue sendo construído a história do Brasil 1 a 7 Alemanha? É assim, todos os dias, a um palmo do nosso país. Parabéns aos envolvidos!


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terça-feira, 27 de junho de 2017

TIMES DO RIO PASSADO A LIMPO - BRASILEIRÃO EM 10 RODADAS

Com a décima rodada concluída observamos os quatro times do Rio ocupando a primeira página da tabela. E porque acontece esse fenômeno? Logo de cara temos que avaliar que esse é apenas o inicio do torneio. Ainda vamos ter para frente várias vertentes que farão com que o aproveitamento de cada equipe venha mudar. E a variante principal é: Como seu time irá suportar e reverter cada revés que enfrentar na competição natural. Para tentar clarear um pouco melhor minha linha de raciocínio vamos fragmentar equipe por equipe, as virtudes e deficiências que os clubes cariocas vem apresentando nesta temporada.


VIRTUDES

Flamengo: É uma equipe que pouco perde e sofre poucos gols na temporada. De acordo com informações do site ogol.com.br o Rubro-Negro disputou 38 partidas (V=22 E-12 D=4), nas cinco competições disputadas até aqui marcou 71 gols e sofreu 28. Tem padrão tático consolidado no Comando de Zé Ricardo. Possui um elenco bastante qualificado tecnicamente com pelo menos dois bons jogadores para cada posição. Para este campeonato, o Fla remodelou e vai atuar no Luso Brasileiro, junto a torcida, jogando em casa passa a ganhar um grande aliado.



 Vasco: Apesar de ser uma equipe em formação, a chegada de Milton Mendes deu ao Vasco um estilo de jogo que agrega saída rápida ao ataque e busca manter uma boa marcação. Tem nos valores individuais como Nenê, Luís Fabiano, Douglas e Martin Silva seus grandes trunfos para superar as adversidades e qualificar o time vascaíno. A presença do torcedor em São Januário tem sido também o grande aliado nessa recuperação de prestígio no cenário nacional.





Botafogo: Em termos de desempenho durante os 90 minutos é um dos times mais equilibrados do futebol carioca. A manutenção do estilo de jogo, a vontade de vencer e a disposição em cada jogada, faz dessa equipe treinada por Jair Ventura, uma equipe aguerrida e imbuída de seus objetivos. Com metas claramente traçadas, o time alvinegro é estratégico e quando tudo dá certo se torna letal. A confiança conquistada dentro da Libertadores deu um novo credenciamento ao grupo. Hoje, o Botafogo está apto a disputa de qualquer torneio na América do Sul.



Fluminense: A chegada de Abel Braga resgatou no Fluminense características ofensivas da equipe. Com atacantes velozes, com a capacidade tática apurada, o treinador tem o jogo rápido e envolvente como grande arma para detornar os adversários. As boas fases de Henrique Dourado, Richarlison e Welington Silva comprovam a versatilidade dessa equipe. Hoje, o Fluzão tem um dos meios mais criativos, com jogadores modernos como o jovem Wendel, a pegada de Orejuela e a visão de jogo de Gustavo Scarpa e Sornoza.  



NÚMEROS DOS CLUBES EM 2017

EQUIPE
PARTIDAS
VITÓRIAS
EMPATES
DERROTAS
GOLS PRÓ
GOLS CONTRA
FLAMENGO
38
22
12
4
71
28
VASCO
29
14
5
10
34
37
BOTAFOGO
36
17
8
11
48
39
FLUMINENSE
40
19
9
12
74
51








 DEFICIÊNCIAS


Flamengo: A mesmas virtudes que levam o Flamengo a ser uma equipe perigosa faz o rubro-negro sofrer com o próprio veneno. A forma como Zé Ricardo arma o time, em determinados jogos, faz com que a equipe se torne passível diante das adversidades e principalmente do outro lado a disposição física superar a técnica. O treinador Rubro-Negro também é muito contestado por escalações e substituições durante o jogo. As insistências com determinadas peças fazem com que o torcedor diminua o poder de apoio do torcedor. Outra característica ruim no Flamengo é o poder de finalização. As chances criadas não são convertidas na mesma destreza. Independentemente de quem atue como finalizador (Guerrero, Leandro Damião ou Felipe Vizeu) inúmeras finalizações são mal efetuadas. O Fla também tem muita dificuldade na saída de bola, por conta da baixa qualidade técnica de determinados jogadores.

Vasco: O elenco montado para esta temporada é de baixa qualidade, tendo em vista, o aspecto histórico do Vasco. Para esta temporada, a diretoria tentou ao menos mesclar juventude e experiência. Mas não houve um planejamento sólido para que isso fosse posto em prática. O time começou um Campeonato Brasileiro com apenas 3 zagueiros no elenco (Jomar, Rafael Marques e Ricardo Graça), já que Rodrigo foi dispensado. A chegada às pressas de Paulão e Breno e a utilização dos dois de forma prematura acelerou um processo. O elenco reduzido e em boa parte dele desprovido de qualidade faz o técnico Milton Mendes penar diante de um orçamento enxuto e a pouca procura no mercado. Outro ponto que ainda deixa a desejar é a baixa manutenção de posse de bola por conta do excessivo número em erros de passe. O fato de não ganhar fora de casa também preocupa. Acumular pontos fora também é importante para se manter na elite do futebol. Esse aliás, deve ser a meta número 1 ao clube.

Botafogo: Jair Ventura é o técnico que mais sofre para escalar a equipe nos últimos momentos. Com inúmeros jogadores entregues ao Departamento Médico, o elenco além de reduzidíssimo carece de uma maior qualidade as peças de reposição. E a palavra mais falada pelos lados de General Severiano é improvisação. Se o elenco é curto a versatilidade de alguns atletas é o que mantém a pegada lá em cima. Outro ponto que deixa a desejar é um pouco semelhante ao Flamengo. O poder de fogo dos atacantes. O elenco possui apenas o Roger como autêntico camisa 9 e por isso fica sobrecarregado. Outro aspecto que quero debater com os botafoguenses é que percebo o time jogando numa nota só. O quero dizer com isso? É que quando o Jair Ventura busca mudar a maneira tática do time jogar, de acordo com o adversário, a equipe em algumas vezes sucumbiu (como no jogo contra o Barcelona-EQU e contra o Avaí).




Fluminense: Apesar de Abel Braga ter dado um melhor padrão defensivo o time ainda sofre no setor de defesa. No miolo de zaga já passaram, pelo menos, três jogadores ao lado de Henrque (Renato Chaves, Nogueira, Reginaldo). Outro setor que tira o sono dos tricolores (e há algum tempo) são as laterais. Na direita a chegada de Lucas até trouxe uma certa melhoria, mas ainda necessita de um melhor aproveitamento. Do lado esquerdo a eterna dor de cabeça. Jogadores de ofício não se encaixando, a busca por improvisação, fazem Abel Braga sacrificar o lado ofensivo trazendo os jogadores de lado de campo, como Richarlison e Welington Silva retornaram próximos as linhas defensivas no intuito de coibir a descida e exploração das beiradas pelos adversários. Outro aspecto negativo fica por conta da montagem do elenco. Apesar de numeroso, o time conta com uma safra muito jovem, que na necessidade começam a queimar etapas. E o Departamento médico também bem povoado atrapalha a montagem do time para o campeonato. Abel, ao longo de 2017, sofre com esse tipo de aspecto, pois a mudança recorrente faz a equipe ter menos poder entrosamento.

Óbvio que não sou nenhum “pitonisa” para projetar resultados futuros. Aqui apenas apresentei o que cada um tem de bom e de ruim apresentado em 2017. Mas que é louvável o que cada um vem fazendo nessas 10 primeiras rodadas e se mantendo na primeira página da competição temos sim que comemorar. O Vasco fazendo o “dever de casa”, o Flamengo mesmo deixando pontos no caminho pouco é derrotado, o Fluminense ainda sem seus principais jogadores juntos (Scarpa e Sornoza) mostra seu poderio ofensivo e tem o artilheiro do campeonato (Henrique Dourado com 9 gols em 10 jogos). O Botafogo se não fossem os pontos perdidos em casa (Coritiba e Avaí) estaria, até quem sabe, no topo da tabela são nuances que credenciam que a competição possa ser boa para o futebol carioca.

Porém, uns detalhes devem ser lavados em conta daqui para frente e alguns questionamentos só poderão ser respondidos daqui a nove rodadas (Já que dividi o Brasileirão em 4 partes, a cada 9 rodadas). E quais são esses questionamentos:
  • ·     Será que o Botafogo com o elenco reduzido vai conseguir ir bem nas três competições?
  •     O Vasco mesmo com time limitado e mostrando força dentro de casa consiguirá manter essa pegada diante de adversários mais técnicos?
  •     O Fluminense recuperando seus principais jogadores físico e tecnicamente poderá alcançar o topo da tabela?   
  •           E o Flamengo será capaz de mostrar toda força do badalado elenco?

Tudo isso só vamos poder responder no decorrer do Brasileirão.
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UM NOVO GRANDE DESAFIO

Divulgação CBV
Por Ricardo Papel

Após ser classificada em segundo lugar na fase de classificatória da Liga Mundial, a Seleção se Brasileira tentará o décimo título da competição. Este é o primeiro grande desafio de Renan Dal Zotto à frente da Seleção Brasileira. Após assumir a seleção em janeiro desse ano ele terá pela frente o apoio do torcedor brasileiro de forma inusitada. Os jogos decisivos serão disputados numa Arena, geralmente utilizada para a prática de futebol. Quem sabe, Renan se inspire na Geração de Prata, que também disputou um amistoso, num Maracanã lotado, na década de 80, contra a Rússia, com vitória brasileira por 3 sets a 1, para um público de 95887 pagantes, recorde nesse esporte. 

O Estádio do Atlético Paranaense começa a receber os primeiros materiais para a realização da fase final. Vai ser a segunda vez que o estádio recebe uma partida de vôlei. A primeira vez foi em 2016 com mais de 33mil pessoas, isso em um jogo comemorativo. Imagina agora na fase final como será lindo.A Arena da Baixada hoje tem a capacidade, de acordo com dados oficiais, para 42372 espectadores, sendo que o maior público que o Estádio recebeu foi de 39375 pagantes, na Copa do Mundo de Futebol, em 2014, na partida Austrália 0 x 3 Espanha.

Para esta fase da competição a equipe brasileira não vai poder contar com o campeão olímpico Evandro, oposto da seleção está fora das finais por uma trombose no ante-braço e desfalca o time. O treinador Renan Dal Zotto já tinha perdido na mesma semana  Lipe por um estiramento na panturrilha e lamentou mais uma ausência. Apesar das baixas o treinador segue confiante para conquistar o campeonato no Brasil.

Além do Brasil estarão em Curitiba as Seleções do Canadá, Estados Unidos, França, Sérvia e Rússia. Prepara a pipoca que só vai ter jogão.

Vejam as datas e confrontos:
Fase Classificatória

04/07
15:05h - BRASIL X CANADÁ
17:40h – FRANÇA X ESTADOS UNIDOS

05/07
15:05h – RUSSIA X CANADÁ
17:40h – SERVIA X ESTADOS UNIDOS

 06/07
15:05h - BRASIL X RUSSIA
17:40h – FRANÇA X SERVIA

SEMIFINAL
 07/07
15:05h – 1A X 2B – Semifinal 1
17:40h – 1B X 2ª – Semifinal 2

FINAL
08/07
20:00h – DISPUTA TERCEIRO LUGAR

23:05h – FINAL
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segunda-feira, 26 de junho de 2017

EQUILÍBRIO EM DISPUTA

O Campeonato Brasileiro chegou a décima rodada e a partir daqui as análises sobre o desemprenho de cada equipe começa a ganhar novos contornos. E sempre procuro dividir minha crítica de nove em nove. Desse modo, reparto o campeonato em quatro etapas, indo até a rodada de número 36. Sendo assim, as rodadas de número 37 e 38 se incluem na fase pós definição, porque geralmente, a essa altura do campeonato, já temos o campeão e a zona de Libertadores e de rebaixamento bem definidas.

Mesmo dessa maneira, ainda deixei transpor uma rodada a mais para que alguns panoramas ficassem mais claros. E aqui vou analisar desempenho, pontuação, recuperação e queda das equipes. Contudo, a interferência direta em disputas em Copas (Libertadores, Sul-americana e do Brasil) simultaneamente com o Brasileiro, faz com que o objeto estudado (Campeonato Brasileiro) mude um pouco a configuração. Além das Copas temos a “temida” Janela de Transferências, que para alguns clubes, traz aspectos positivos e negativos.

E a arrancada de Corinthians e Grêmio tem feitios interessantes a serem analisados. Primeiro, a diferença de pontos que as duas equipes têm em relação ao terceiro colocado. Até o fechamento dessa publicação, o Corinthians é líder com 26 pontos (8 Vitórias e 2 empates), sendo 5 jogos em casa e 5 jogos fora e um aproveitamento de 86,7%. Já o Grêmio tem 22 pontos, na segunda posição. Atuou nesse Campeonato Brasileiro, também com 5 jogos fora e cinco em casa. O aproveitamento dos gaúchos é de 73,3%. Porém, reparem na sequência. Até aqui, o terceiro colocado é o Flamengo, com 17 pontos, nove a menos que o líder e cinco a menos que o segundo colocado. O time Carioca tem um aproveitamento de 56,7% e atuou em 10 rodadas, quatro vezes com mando de campo e seis vezes atuou como visitante. O Botafogo ainda joga nesta segunda-feira, porém a análise está sendo feito antes do jogo do Glorioso.

Os pontos perdidos pelo Corinthians foram contra a Chapecoense, em casa e contra o Coritiba, no Couto Pereira. Já o Grêmio deixou de ganhar pontos em casa, contra o próprio Corinthians, em casa, e contra o e tem duas derrotas. O Timão segue invicto.
Outras particularidades cercam o desempenho atual das duas equipes. O Grêmio é um time que se vê envolvido em Três Competições simultâneas: Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil (onde tenta o  título consecutivo e o Hexa da Competição) e Libertadores da América, em fase de mata-mata. Por conta de tantos compromissos e a interrupção das Copas, Renato Portaluppi e seus jogadores se viram na obrigação de manter o nível e a pegada lá em cima, porém, apesar do bom time nas mãos, vejo o Grêmio com dificuldades para seguir firme nas três frentes. Talvez, para obter um sucesso maior, tenha que abrir mão de uma das competições e vejo a Copa do Brasil, ou até mesmo o Brasileiro, como uma delas. Não consigo enxergar (e espero estar errado) o elenco do Grêmio, com peças que sejam capazes de manter o nível alto nessas três competições. Esse acúmulo de de jogos e distinção das competições pode acumular ao tricolor gaúcho além da sobrecarga natural, uma queda de rendimento técnico e físico. Para que isso não aconteça, Renato Gaúcho terá que “girar o elenco” e é justamente aí que vislumbro a cada no rendimento.

Já o Corinthians de Carille, analiso como um elenco mais equilibrado que o rival do Sul. No sentido em que conforme saem as peças principais, os substitutos mantêm o mesmo nível de futebol, na parte técnica e mantem o padrão tático estipulado pelo treinador. Vejo também no Corinthians um time mais equilibrado defensivamente. As boas fases do goleiro Cássio, o Jadson tentando reencontrar o bom e velho futebol, Rodriguinho na melhor temporada da carreira, além de Jô que a cada jogo que passa incomoda defesas adversárias, fazem o clube paulista ter uma espinha dorsal que gera confiança ao treinador.

Quando passamos para a qualidade técnica o Grêmio também se destaca. Hoje  o Imortal tem no elenco o melhor atleta em atividade no futebol Brasileiro, o Luan. Tem na defesa um dos melhores zagueiros em atividade no Brasil, Geromel e jogadores que evoluem bem no meio campo, dando a dinâmica e cadência ao time, como os volantes Arthur e o meia Ramiro.

Vejo o Grêmio também como um dos grandes alvos do nocivo mercado exterior. Com atletas jovens em destaque (Luan, Arthur, Michel, Geromel) será difícil o clube controlar tamanha procura e naquele de equilibrar as finanças um desses atletas devem sair do Rio Grande do Sul. Já o elenco corintiano, por ser menos qualificado tecnicamente, pouco deve sofrer baixa nesse período, talvez um ou dois jogadores.

Com a bola nos pés eu gosto de assistir mais os jogos do Grêmio, por conta da qualidade técnica da equipe. Variam jogadas, utilizam táticas agressivas, mesmo jogando fora de casa, fazem uma infiltração com os pontas em diagonal entre os volantes e laterais adversários que confundem a marcação dos zagueiros, sempre sobrando espaços ao Lucas Barríos e também ao Luan. O Corinthians tem o que poucos times conseguem fazer atuando fora de casa. Equilíbrio no setor de marcação. Dificilmente você enxerga o time treinado por Carille desfazer as linhas de marcação e a recomposição é muito rápida. E com duas cabeças pensantes no meio (Rodriguinho e Jadson) conseguindo aliar força e talento, hoje é um time que se mantem na ponta da tabela de forma convincente.

Alguns times que iniciaram o campeonato lá em cima e agora começam a derrapar na caminhada temos Chapecoense, Coritiba, Ponte Preta. Essas equipes poderão até ter um bom desempenho, mas irão ocilar por conta da fragilidade técnica e falta de peças de recompesição, já que o Brasileirão é bem ÃO mesmo, longo, cansativo e desgastante.

Outros que me chamam atenção e teremos que ter os pés no chão são os times cariocas que ocupam a primeira página da tabela. Mas, isso é papo para outro post...

s rodadas de nmero  a cada nove rodadas. Assim reparto o campeonato em quatro etapas. As rodadas de n


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terça-feira, 20 de junho de 2017

FASE FINAL DA LIGA MUNDIAL SERÁ NO BRASIL


20/06/2017 - A Seleção Brasileira de Vôlei se classificou em segundo lugar na fase classificatória da Liga Mundial, com seis vitórias e três resultados negativos.

A vitória no último jogo era tudo que o técnico Renan Dal Zotto e equipe queriam. Jogar a fase final em casa com a moral em dia é uma grande vantagem. Neste domingo (18/06), a Seleção venceu a Sérvia, atual campeã da competição, por 3 sets a 1. Destaque para o oposto Wallace, que foi o maior pontuador da partida, com 19 acertos.

A equipe já segue em preparação final para fazer a fase final no Brasil. Os jogos serão de 4 a 8 de Julho no Estádio Atlético Paranaense, em Curitiba (PR).

Ricardo Papel
Foto: Divulgação/FIVB
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terça-feira, 13 de junho de 2017

VINTE E POUCOS ANOS.

A negociação que envolvia Palmeiras, Fluminense e Richarlison tomou proporções inimagináveis e contornos complicados para o jogador dentro do clube. Uma proposta tentadora, um pedido, uma negação, um desabafo e o clímax longe de ser o confortável para todos. Esses capítulos foram escritos em menos de uma semana. Uma minissérie que pode se arrastar daqui para frente.

Quando o Repórter Breno Monsef, da Rádio Transamérica, noticiou no Programa Arena Transamérica, em primeira mão, que o Palmeiras fez uma proposta milionária para contar com o jovem atacante de 20 anos, a diretoria do Fluminense logo se manifestou de forma irritadiça com a informação e no dia seguinte foi a TV, através do Presidente Pedro Abade, rechaçar qualquer hipótese de negociação com certa veemência que por momentos beirou ao descontrole.

Por parte do Palmeiras creio que foi infeliz o envio de uma proposta, nessas cifras, às vésperas do jogo contra o próprio Fluminense. Faltou, no mínimo sensibilidade, ou foi feito de forma que desestabilizasse o tricolor. Com os valores tentadores faltou maleabilidade dos agentes do jogador, em conduzir o atleta ao distanciamento da proposta. Esse distanciamento se faz necessário, quando o jogador tem que pensar em fazer o principal papel, que é jogar bola.

Óbvio, que qualquer pessoa, se visse próximo a ganhar uma boa porcentagem num negócio de aproximadamente R$ 45 milhões, balança. Ou você que está lendo agora não gostaria de acertar sozinho uma Mega Sena acumulada? E imagina você com 20 anos de idade?

Faço essa comparação porque essa situação pesa para qualquer um, independentemente de raça, credo, classe social. É que no Futebol, a naturalidade que nós tratamos essas cifras fazem transparecer que qualquer negociação, que gire, sei lá, R$ 1 milhão, faça parecer um valor ínfimo. Agora R$ 45 Milhões balança qualquer um.

E antes de qualquer atitude intempestiva por parte dos dirigentes do Fluminense, até eles mesmo balançaram diante da bagatela. O Clube iria lucrar um pouco acima dos 100% investidos no jogador, desafogaria as finanças nesse ano e ainda poderia ir ao mercado em busca de bons reforços. Ou até, quem sabe, receber bons jogadores do vasto elenco palmeirense. E por que isso não foi a frente?

Porque tudo isso foi malconduzido pelas três partes (Fluminense, staff do jogador e Palmeiras). Informação vazada às vésperas do jogo, atleta desconfortável em entrar em campo e ser taxado disso ou daquilo, clube se dizendo insatisfeito pela conduta do jogador, quando, na minha visão, foi o próprio clube que expos o “seu produto”.  O atleta diz que conversou com o treinador e por conta dessa bulha toda pediu para ficar de fora. Com uma sensibilidade monstro, Abel entendeu toda a situação e como bom comandante que é, o deixou de fora. Já alguns dirigentes ficaram revoltados porque o jogador não embarcou com elenco. Cabe punição? Os mais exaltados diriam que sim. Outros menos, diriam que não. Eu, não o puniria.

Veio o jogo, a derrota por 3 a 1 para o Palmeiras, o retorno ao Rio e reinicio de trabalho. Daí veio a maior bola fora. O depoimento, em rede social, com intuito de preservar o jogador, segundo o próprio staff do atleta. Ali foi tiro no pé.

Mais uma vez, o jogador, produto final da história, estava mais uma vez exposto ao público. E amigos, cá entre nós, quando se critica “a imprensa”, “ a mídia”, neguinho cai de madeirada em cima. E foi o que aconteceu.

O torcedor, que sempre age pela emoção, vai esquecer aqui que o Richarlison é o vice artilheiro do time na temporada, com 11 gols em 25 jogos. Que no campeonato Carioca foi o terceiro maior artilheiro ficando atrás do Badalado Guerrero e do experiente Adriano, o Batalhador. Que o Richarlison é um jogador em franco crescimento técnico e profissional. Com Abel Braga vem desempenhando uma função que agrada muito. Recompondo com eficiência, chegando com força no ataque, bom finalizador. E o Fluminense com ele em campo tende a crescer muito dentro do campeonato. Hoje é peça importantíssima no elenco. Por todos esses pontos positivos vejo que o garoto merece crédito.

E agora, por outro lado, vamos ver se o jogador deixará de ser menino para ser homem. Tem que encarar toda essa situação criada de frente. Nãos e refutar a dar entrevistas, respeitar as críticas vindas das arquibancadas a cada erro simples. Se superar. Porque só superando tudo isso ele vai se mostrar um profissional pronto para vencer. E eu volto Lembrar: Ele só tem 20 anos de idade.


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É CAMPEÃO! MAS, TE CONVENCEU?

13/06/2017 - Isso mesmo a Seleção Brasileira Feminina de vôlei é campeã da edição 2017 da Montreux Volley Masters pela sétima vez! No último domingo (11/06) o Brasil superou a Alemanha por 3 sets a 0. É um 7x1 no futebol, ou seja, uma goleada em plena final.

Esse é o primeiro título do novo ciclo olímpico. Fato é que tem muita gente ainda com pé atrás, mas é questão de tempo para que a confiança seja estabelecida com as jogadoras que estão chegando.
E para garantir que o time está indo no caminho certo, algumas jogadoras da seleção foram destaques da competição: MVP (Carol), melhor levantadora (Roberta), melhor ponteira (Natália), melhor central (Carol)

É verdade que a Seleção Feminina ainda tem muito que melhorar até chegar a forma ideal, mas não tem sido fácil para o treinador José Roberto Guimarães. Passar por este processo de renovação é uma verdadeira prova de fogo. A ponteira Natália a nova capitã desse elenco também foi alvo de críticas em alguns jogos da competição.

E você, tem gostado da nova “cara” da nossa seleção?

Ricardo Papel
Foto: Montreux Volley Masters

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sexta-feira, 9 de junho de 2017

ASSISTA AO VIVO: Brasil x Canadá pela Liga Mundial

ASSISTA AO VIVO: Brasil x Canadá pela Liga Mundial
 
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quinta-feira, 8 de junho de 2017

PREOCUPAÇÃO

FOTO: André Durão / globoesporte.com
Olha Galera confesso que fiquei preocupado com a situação chata de violência vivida ontem à noite em São Januário. As imagens colocam em risco a disputa de jogos futuramente no Estádio. O que se transforma numa perda considerável, ao torcedor vascaíno, que gosta de frequentar o “Caldeirão” e ao próprio time do Vasco que sempre teve no fator casa, um dos seus maiores trunfos.

E a torcida vinha fazendo seu papel com maestria, enchendo todos os jogos disputados em casa. Incentivando com uma festa bonita. Mas bastou um revés acachapante diante de um estruturado Corínthians para os valores de incentivo se reverter em brigas e confusão. Mais uma vez repito. O grande prejudicado será o próprio Vasco.

E a confusão aconteceu no setor social do Clube. Com a goleada imposta pelos Paulistas, torcedores indignados começaram a xingar o atual mandatário do clube. Como reação, partidários da Situação aliado a segurança partiram para cima daqueles que demonstravam toda insatisfação. O tempo fechou e o clube irá tomar medidas preventivas para que o ocorrido não ocorra no próximo sábado, no jogo contra o Sport.

E existe uma preocupação por parte do Comandante do GEPE em relação ao ocorrido. Em entrevista ao site globoesporte.com, o Major Silvio Luís diz que o clube precisa qualificar melhor a segurança, já que os mesmos existem para evitar brigas e confrontos e não criar confusão.
E a atual diretoria vem trabalhando junto com o Ministério Público e outros órgãos competentes desde quando assumiu o mandato para fazer de São Januário um Estádio apto aos grandes eventos.

Acredito que o clube deve sofrer sanções do STJD tal qual possa acontecer com a Chapecoense, por causa da confusão, no jogo contra o Cruzeiro, pela Copa do Brasil. Seria ruim pro Vasco e pro seu torcedor, que até aquele momento havia demonstrado total apoio ao time.


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ÓLEO NA FRIGIDEIRA

Após o revés diante do Sport e a má atuação do time com erro crasso de determinados jogadores, a diretores do Flamengo (Eduardo Bandeira de Melo, Rodrigo Caetano e Fred Luz) se reuniram com o técnico Zé Ricardo para cobrar o mal desempenho da equipe nessas primeiras cinco rodadas de Brasileirão. 

Até aqui o Flamengo somou apenas Seis Pontos em Cinco Jogos, com Uma Vitória (Atlético-GO), Três empates (Atlético-MG, Atlético-PR e Botafogo) e uma derrota (Sport). Com a chegada de reforço e o alto valor de manutenção no elenco, o treinador que já ocupa o cargo há um ano (Completados no dia 26 de maio), tem a difícil missão de recuperar o prestígio da equipe que ainda se ressente da Eliminação na Libertadores.


E a batata do Mannarino está assando. Cobrança agora vem por todos os lados e causam um efeito grande, já que passou a ser contestado por Analistas, torcida (Há muito tempo) e agora diretoria. Acredito que a paciência do dirigente com o treinador deve durar, pelo menos, até a inauguração da Ilha do Urubu (Nome Escolhido Pela Torcida Através de Enquete Nas redes Sociais) diante da Ponte Preta, na Sétima Rodada, Quarta-feira que vem. E o que eu quero dizer com isso? Se o Flamengo não vencer o Avaí, na Ressacada, no Próximo domingo, é muito provável que Zé Ricardo não resista a pressão.
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quarta-feira, 7 de junho de 2017

PROVA DE FOGO

A defesa do Vasco composta por Paulão e Breno até aqui vem dando conta do recado. A dupla foi montada às pressas, por conta da contusão de Rafael Marques, ainda no jogo contra o Bahia e de lá até aqui nem Paulão, nem Breno comprometeram.

E o jogo de jogo contra o Corínthians será mais um teste interessante aos dois jogadores recém contratados pelo Vasco. A dupla terá pela frente o desafio de marcar o acante Jô, que quando avisam para ele que é clássico, costuma marcar gols. Mesmo desfalcado de Fágner, Rodriguinho e Romero, o time de Fábio Carille é perigoso.

Paulão e Breno possuem estilos de jogo que se casam. Paulão é um jogador mais viril, gosta do embate e corpo a corpo com o adversário, é o cara que chega junto. Já Breno, que também tem o porte físico avantajado é um jogador mais da sobra, da orientação, do desarme limpo. E o Milton Mendes agora com a chegada de Wellington, com Jean, Marcelo Matos quando retornar irá melhorar ainda mais a proteção a defesa.


Ainda sinto falta de mais um jogador de peso para a posição. De repente, o Anderson Martins venha suprir essa carência já que o Vasco ainda atua no limites de jogador para o setor.
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NÃO TEM VIDA FÁCIL

A frase que diz “Vida de treinador de futebol não é fácil” vai muito além de um clichê e em grandes clubes e seleções a cada dia se torna realidade. Por conta das cobranças por resultado, desempenho técnico, satisfação da diretoria e do elenco. E a vida de Zé Ricardo no Flamengo tem sido ao pé da letra a frase abordada anteriormente. Ontem, no perfil de facebook (www.facebook.com/RodrigoGomesLocutor) abordei, por duas vezes o tema: VOCÊ É O TÉCNICO, ESCALE O FLAMENGO IDEAL. E olha, deu o que falar.

Não consegui esmiuçar quantas escalações distintas foram apresentadas. Umas contando com os reforços que vem chegando, outros dando preferência à base. Muitos mantendo a mesma linha de raciocínio do treinador, outros pedindo um time mais ousado, enfim. Cada um expressando democraticamente o que acha e como agiria de forma democrática, o que eu acho muito legal.

Porém, o que ficou claro em minha análise é que a vida dele não é fácil e piorou um pouquinho com a cada reforço de peso que chega ao elenco. Porque além dos resultados, aproveitamento, desempenho técnico, ele terá também que agradar à torcida, que há muito tempo pega no pé do Mandarino.

E que essa pressão também não vire desculpa para ele caso os resultados não venha. A diretoria vem fazendo o possível na montagem de um time competitivo. E agora é a vez do treinador, com mais tempo de comando entre os times que disputam a série A, de mostrar o seu valor e justificar a confiança da direção do clube. Até mesmo isso que escrevo aqui põe pressão no trabalho dele.

Hoje em dia é difícil se manter no cargo. Poucos ultrapassam a casa dos 7 meses no comando técnico. O que é muito pouco, mas se torna um círculo vicioso, já que os resultados vêm à frente do desempenho e que a paciência de todos dura muito pouco. Posso até citar o Milton Mendes, que com muito pouco tempo de trabalho começa a dar um padrão tático ao time do Vasco. Pelo fato de ainda ter pouco tempo de casa, o resultado adverso contra o Grêmio, fora de casa, não trouxe ao ambiente vascaíno um “espírito de crise”, com o time acumulando duas derrotas e ocupando a segunda página da tabela de classificação. Pelo contrário, houve uma observação crítica de que o desempenho do time foi muito bom apesar do placar.

A paciência que se tem com o treinador do Vasco, não é possibilitada ao treinador do Flamengo, na mesma condição. Porque a expectativa criada sobre o badalado Flamengo esse ano, não se refletiu ainda dentro de campo.  E essa pressão é ampliada com a chegada dos reforços. E administrar um ambiente onde só tem bons nomes e todo mundo quer jogar obriga o treinador a ter um ambiente ameno. Coisa que já não vem acontecendo, haja visto o caso de Darío Conca no fim de semana.

São desafios que Zé Ricardo vai ter pela frente e vamos ver como o profissional vai resistir e se virar diante de tanta pressão. 
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terça-feira, 6 de junho de 2017

É DO CRUZEIRO

A novela chegou ao fim e Sassá é jogador do Cruzeiro. A negociação se arrastava a meses. Com a ida do atacante para Minas Gerais, o jogador Marcos Vinicius vem para o Botafogo.  O contrato com o Cruzeiro tem duração de quatro temporadas. Apenas é aguardado a assinatura de contrato. 

E Sassá já chega provocando o arquirrival Atlético-MG, fazendo o sinal de número 6, em alusão aos 6 a 1 aplicados pela Raposa sobre o Galo. Logo o Atlético que será adversário do Fogão, nas Quartas-de-final da Copa do Brasil.

Marcos Vinicius já fez exames médicos e será apresentado na próxima quinta-feira. O tempo de contrato do jogador vai ter a duração de 3 anos. Marcos Vinicius chega para ser mais uma opção na ligação meio e ataque ao lado de Camilo e Montillo. Ele também pode atuar como atacante de lado de campo concorrendo com Rodrigo Pimpão.

Cada clube manterá 50% dos direitos econômicos de cada jogador e caso sejam negociados futuramente os clubes faturam essa fatia no bolo. O atacante camaronês, Joel será devolvido a Toca da Raposa ll.

A ida de Sassá para o Cruzeiro livra o Botafogo de uma pedra no sapato, que desde o ano passado vem entrando em rota de colisão com a diretoria desde o fim do ano passado. E o filme dele ficou ainda mais queimado perante aos dirigentes do Botafogo quando o atacante pediu R$300 mil por mês acrescentado de luvas de R$ 5 Milhões. Além disso, atos de indisciplina eram corriqueiros.


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UM DIA DE NARRADOR

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