E o Fluminense tem ido mal no
quesito financeiro neste andamento de semestre em 2017. Jogadores com direito
de imagens atrasados e quando o “reforço” quando pode vir das arquibancadas, o prejuízo
dá lugar a festa. Basta olharmos para o borderô, do jogo contra o Santos, onde
o clube das Laranjeiras fechou no vermelho. Um déficit de R$ 360.961,58. A
renda da partida, R$ 305.610,00, não cobriu nem mesmo as despesas operacionais
do estádio, no valor de R$ 347.474,23 que, somadas a outras taxas, acumulou um
gasto total de R$ 666.571,58.
E o que
pode piorar o lado do Fluminense é em relação a utilização do Estádio Giulitte
Coutinho. Esse ano a CBF ajustou o regulamento com a necessidade dos clubes e
liberou a utilização de Estádios com a Capacidade Mínima de 12 mil Espectadores.
O Giulitte Coutinho só foi liberado no ano passado, por conta da ausência do
Maracanã, que estava entregue ao COI e Comitê organizador das Olimpíadas. NO
ano passado a capacidade mínima era de 15 mil torcedores e foi aberta uma
excessão ao Fluminense. Mas, para esse Brasileirão, o Estádio em Édson Passos
ainda aguarda Laudos técnicos para sua utilização.
O que
não dá para aceitar é o clube tenha tanto prejuízo assim por jogar em casa. Que
o clube em parceria com o América corra logo atrás do LPCI (Laudo de Proteção
Contra Incêndio) junto ao CBMERJ (Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de
Janeiro) e mande as partidas lá.
A
torcida do Fluminense se sentiu acolhida no Estádio. E o time tem um bom
retrospecto atuando em Mesquita. Em 2016 foram cinco vitórias, dois empates, três
derrotas. Um aproveitamento de 62,9%.
Que a
diretoria corra junto com a América tra´s desses laudos o mais rápido possível se
nãos erá prejuízo atrás de prejuízo com essa administradora no Maracanã.








0 comentários:
Postar um comentário