segunda-feira, 15 de maio de 2017

NÃO DÁ PARA FICAR NO PREJU

E o Fluminense tem ido mal no quesito financeiro neste andamento de semestre em 2017. Jogadores com direito de imagens atrasados e quando o “reforço” quando pode vir das arquibancadas, o prejuízo dá lugar a festa. Basta olharmos para o borderô, do jogo contra o Santos, onde o clube das Laranjeiras fechou no vermelho. Um déficit de R$ 360.961,58. A renda da partida, R$ 305.610,00, não cobriu nem mesmo as despesas operacionais do estádio, no valor de R$ 347.474,23 que, somadas a outras taxas, acumulou um gasto total de R$ 666.571,58.



E o que pode piorar o lado do Fluminense é em relação a utilização do Estádio Giulitte Coutinho. Esse ano a CBF ajustou o regulamento com a necessidade dos clubes e liberou a utilização de Estádios com a Capacidade Mínima de 12 mil Espectadores. O Giulitte Coutinho só foi liberado no ano passado, por conta da ausência do Maracanã, que estava entregue ao COI e Comitê organizador das Olimpíadas. NO ano passado a capacidade mínima era de 15 mil torcedores e foi aberta uma excessão ao Fluminense. Mas, para esse Brasileirão, o Estádio em Édson Passos ainda aguarda Laudos técnicos para sua utilização.

O que não dá para aceitar é o clube tenha tanto prejuízo assim por jogar em casa. Que o clube em parceria com o América corra logo atrás do LPCI (Laudo de Proteção Contra Incêndio) junto ao CBMERJ (Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro) e mande as partidas lá.

A torcida do Fluminense se sentiu acolhida no Estádio. E o time tem um bom retrospecto atuando em Mesquita. Em 2016 foram cinco vitórias, dois empates, três derrotas. Um aproveitamento de 62,9%.
Que a diretoria corra junto com a América tra´s desses laudos o mais rápido possível se nãos erá prejuízo atrás de prejuízo com essa administradora no Maracanã.



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